Última hora: vídeo dramático em que Céline Dion chora e geme de dores vitaliza e preocupa fãs

O vídeo dramático em que Céline Dion chora com dores e afirma sentir “falta da música e das pessoas”
Os primeiro sintomas da doença surgiram de forma ligeira há 41 anos, mas em 2020 os médicos proibiram-na de cantar. Em 2022 teve o diagnóstico final: tem síndrome de pessoa rígida. Hoje, a artista está de regresso aos palcos, numa história de superação.
Céline Dion, de 58 anos de idade, voltou, esta semana, a pisar um palco em Paris, depois de em 2022 ter sido diagnostica com síndrome de pessoa rígida, uma doença neurológica rara que afeta o cérebro e a coluna e que, infelizmente, ainda não tem tratamento. A patologia provoca espasmos e a rigidez gradual dos músculos do tronco e do abdómen, o que obrigou a cantora a afastar-se daquilo que mais ama para se focar em encontrar um tratamento que atenue os sintomas.
A cantora canadiana relatou, numa entrevista à NBC News, o seu sofrimento. Afirmou já ter tido espasmos tão fortes que chegou a partir ossos. “Cheguei a partir as costelas, de tão severos que eram os espasmos, às vezes”, assegurou a artista, que tem agora uma residência musical em Paris, tendo regressado aos espetáculos com casa cheia. Antes do diagnóstico certo, em 2022, Celine tomou “doses potencialmente fatais” de comprimidos e descreve o sente sempre que tem um ataque: “É como se alguém estivesse a estrangular-te, como se alguém estivesse a empurrar-te a laringe”, sublinhando que os espasmos atingem a coluna vertebral, a zona abdominal e as mãos.
Num novo vídeo onde se mostra num pico da doença, está acompanhada pelo seu médico que lhe diz para ter calma e a informa que, se a crise não passar, lhe aplicará um spray nasal que reduzirá os sintomas da doença.
Céline estava impedida pelos médicos de cantar desde 2020 por causa da sua condição de saúde, mas garantia que tudo estava a fazer para poder encontrar uma solução para fintar a sua condição rara, que atinge duas pessoas num milhão, e poder voltar a cantar, aquilo que mais queria na vida: “Quero voltar aos palcos, nem que seja a rastejar. Nem que tenha de falar com as mãos. Eu vou voltar”, garantiu. E cumpriu, seis anos depois de se ter afastado entrou em palco perante milhares de pessoas e não escondeu as lágrimas.
Em 2024, na cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris tinha dado um sinal de que o sonho de regressar era possível. Agora, voltou à cidade das luzes e enfrentou uma sala cheia, no arranque de uma série de concertos programados para o seu regresso. No vídeo que publicamos, Céline afirma que sente “dificuldade em ouvir” a sua voz, e confirma sentir “falta da música e das pessoas”.







